Falta de fundamento na informação publicada…???
Antes de mais obrigado pelo comentário, mas não posso deixar de realçar que afirma que algumas informações “nem sempre são devidamente fundamentadas” e que no seu entender “não é o mais ético e retira alguma credibilidade” ao que aqui escrevo. Só não indicou qual é a informação publicada que não foi devidamente fundamentada?
Os alunos “menos informados” que faz referência ficam ainda mais desinformados. Certamente um lapso de redacção.
Aceito todas as críticas e concordo com muitas das coisas que aqui disse. Mas peço-lhe que não cometa o “erro” que me acusa: ” falta de fundamento”.
Realmente o meu trabalho tem sido solitário e pouco reconhecido pela generalidade dos estudantes desta instituição que estão de costas voltadas ao associativismo, muito por culpa dos nossos representantes bem-falantes, mas pouco interessados em trabalhar de forma séria e comprometida, com os reais problemas do ensino que nos afectam directamente, bem como, de outras questões funcionais dos órgãos desta grande instituição que é a Universidade do Algarve.
Existe uma enorme resistência à mudança extremamente hierarquizada que actua em rede no que toca a informação. Pura e simplesmente não circula porque não se quer as pessoas informadas e capazes de ter um contributo crítico ao destino da instituição. Esta poderá ser umas das razões da pouca informação que nos vai chegando…
“Informação é poder! Qual é a vantagem em partilhá-lo…”
A desvantagem mais evidente é a perda de influência e margem de negociação junto aos demais. Acabam quase sempre por se fazerem representar e raramente o colectivo que nem é tido nem achado à excepção do periodo de campanha eleitoral. A rigor, não existe teoria da dependência, mas simplesmente a dependência como processo histórico dentro do sistema interno de relações de força e poder. Esta é a postura da maioria dos dirigentes associativos actuais.
Como sabe, as tais “comissões de festas” de que fala, não estão minimamente interessadas em ter os melhores, porque isso, pode por em causa algumas questões. Não só de foro pessoal, mas toda a hierarquização existente na concertação sócio-económica e cada vez mais comercial entre os feudos existentes. Valores mais altos se levantam.
O mérito e a competência são atributos vistos, como sérias ameaças aos condados que fazem a Universidade do Algarve um castelo de alta segurança que produz um efeito umbrella.
O futuro não se esgota numa presidência de uma associação de estudantes, não seria sensato no processo de crescimento político ou social dentro deste tipo de estruturas, questionar o top da pirâmide em determinados assuntos tal como eu fiz. Gera muitos anti-corpos institucionais…
O meu futuro caro “Aluno mais ou menos informado”, esse não passa pela UAlg. Espero terminar o meu vínculo a esta instituição no mais tardar em 30 de Setembro de 2010, tal como este espaço de informação.



















