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Estruturação do curso de Informática de Ensino a caminho dos tribunais. Veja porquê…

Desde do dia 24 de Novembro de 2008 que os alunos do curso de Ensino de Informática tentam obter informação junto do director de curso, sobre o futuro do curso em relação ao processo de Bolonha. A resposta obtida foi apenas de que o curso não poderá continuar sem adequação a Bolonha no próximo ano lectivo e que no departamento estavam a averiguar se legalmente terá mesmo de ser encerrado.

A 19 de Janeiro de 2009 foram enviados requerimentos aos conselhos Directivo, Cientifico, Pedagógico e ao Reitor, com o intuito de obter esclarecimentos sobre o encerramento deste curso para o ano seguinte. Não foi obtida qualquer resposta aos requerimentos enviados.

Dia 11 de Fevereiro de 2009 foi realizada uma reunião com o Director de curso, Presidente do Departamento de Engenharia Electrónica e Informática, à data e Presidente do Conselho Científico. Mas verificamos que o seu conhecimento da lei era inferior ao nosso, logo as duvidas mantiveram-se.

Neste mesmo dia foram enviados outros requerimentos com o mesmo intuito dos acima referidos para o Ministério da Ciência, Tecnologia e do Ensino Superior e Ministério da Educação. Passo a citar a resposta obtida do Ministério da Ciência, Tecnologia e do Ensino Superior a 20 de Fevereiro de 2009 “Encarrega-me o Senhor Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior de acusar a recepção da vossa exposição, datada de 11 de Fevereiro, que mereceu a melhor atenção, e de transmitir a V. Exas. que, nesta data, foi solicitada ao Senhor Reitor da Universidade do Algarve informação que permita responder às questões nela colocadas.”.

A 26 de Fevereiro de 2009 foi obtida a seguinte resposta do Ministério da Educação “Por se tratar de assunto da competência desse Ministério, encarrega-me Sua Excelência a Ministra da Educação de remeter a V.Exª, a carta de 11/02/2009, e respectivo anexo, dos alunos da Licenciatura de Ensino de Informática, da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade do Algarve, respeitante ao assunto em epígrafe.”

A 13 de Março de 2009 foi enviada uma carta também para o Provedor da Justiça, H. Nascimento Rodrigues. O qual respondeu no dia 27 de Abril de 2009 “Apresentou V.ª Ex.ª uma exposição ao Provedor de Justiça relativa a um previsível encerramento da licenciatura de Ensino de Informática, da Universidade do Algarve, não se encontrando, no seu entender, previstas soluções que adequadamente salvaguardassem a situação dos alunos do mesmo.

Face ao teor da exposição e no sentido de obter esclarecimentos sobre o assunto, contactou-se o Conselho Directivo da Faculdade de Ciências e Tecnologia, da Universidade do Algarve. Assim, recebeu-se recentemente a informação do respectivo Conselho Directivo de que “(…) é intenção da Universidade do Algarve manter o funcionamento do curso de licenciatura em Ensino de Informática, para os alunos nele inscritos, até ao ano lectivo 2012/2013”, intenção esta que já foi objecto de comunicação à Direcção-Geral do Ensino Superior.

Esta prorrogação do encerramento do curso de Ensino de Informática, com a dilação do seu encerramento por mais quatro anos lectivos, permitirá aos alunos actualmente inscritos a sua conclusão, assim, estou em crer, proporcionando uma adequada resolução do problema exposto.”

Continuando sem informação por parte da Universidade do Algarve sobre o futuro desta licenciatura para o ano lectivo 2009/2010 foi mais uma vez enviado um e-mail ao director do respectivo curso no dia 24 de Agosto de 2009, com algumas questões como “ já houve resposta à proposta de adequação do curso feita ao ministério? Se essa resposta não existir ou for negativa, existe alguma alternativa planeada? Neste momento, a menos de 1 mês do inicio do ano lectivo, nós continuamos sem saber o que a universidade pretende fazer connosco.” A resposta foi igual à de sempre “Ainda não me chegou qualquer resposta. Vou falar com o presidente do CC para tentar saber se chegou alguma resposta.”

No dia 27 de Agosto de 2009 obtivemos nova resposta do mesmo “Segundo informação dos Serviços Académicos o curso já foi registado, estando apenas a aguardar publicação em Diário da República por parte do MCTES. Não tenho no entanto o nº de registo, nem informação quando será publicado no DR.”

A 9 de Setembro de 2009 surge a primeira referência ao Decreto-Lei 43/2007, de 22 de Fevereiro, que aprova o regime jurídico da habilitação profissional para a docência. Assim, foi colocada a questão mais uma vez ao director do curso, se esta não seria uma solução para o futuro desta licenciatura. Como resposta “Já tenho conhecimento desse diploma. Transmiti essa informação ao CC. Parece q soluciona o problema e permite que o Mestrado em Ensino abra ramo de Informática. Embora este mestrado já tenha sido aprovado o ramo de informática nunca abriu pois carecia de legislação.

Não sei exactamente os trâmites legais para abrir o ramo de informática, poderemos ter de submeter uma nova adequação.

Por outro lado a DGES ainda não nos respondeu sobre o estado da adequação da licenciatura. também depois da publicação do Decreto-Lei 220/2009 a lic. não parece fazer sentido.”

Entretanto com toda esta falta de informação a Universidade efectuou uma alteração no curso, mantendo o seu nome como Licenciatura em Ensino de Informática, mas com um sistema de créditos de acordo com o tratado de Bolonha. Deixando assim os alunos sem alternativa e obrigando-os a inscreverem-se numa licenciatura sem habilitação profissional para a docência e sem nenhuma outra solução em vista. (exemplo Mestrado)

Dia 2 de Dezembro de 2009 foi dirigido um e-mail ao director de curso para fazer o ponto de situação sobre o curso para o próximo ano lectivo, uma vez que corria a informação que para abrir o mestrado que habilitaria os discentes para a docência seria necessário sair uma portaria. Mais uma vez a resposta não foi esclarecedora “Não fui informado da publicação da portaria, mas isso não quer dizer que não tenha já saído.

De qualquer forma iniciamos a preparação da proposta de criação do Mestrado de acordo com a legislação que já saiu.”

No dia 14 de Abril de 2010 o Decreto-Lei 43/2007 foi novamente mencionado, mas desta vez colocando a questão se o curso não estaria incluído neste. Sendo assim, não necessitaria de sofrer alterações e seria regulado por legislação própria, ou seja, não teria sido necessária uma alteração, o curso continuaria como estava até que os alunos o terminassem. O director do curso respondeu referindo que “A licenciatura adequada não pode conceder habilitação profissional para a docência porque não incluí estágio. No caso de cursos segundo o protocolo de Bolonha esta habilitação é concedida ao nível de um 2º ciclo.

O Decreto-Lei 220/2009 vem regulamentar os domínios não abrangidos pelo decreto-lei anterior 43/2007, como indicado no seu preâmbulo.

Falta no entanto ser publicada uma portaria, a que se refere o art. 4º desse DL que indique claramente os domínios onde se aplica com Informática.

Entretanto a UL abriu pré-inscrições para um Mestrado em Ensino de Informática em 2010/11. Talvez tenham informação de que a portaria será publicada proximamente. Estou a tentar informar se há previsão da data de publicação desta.”

28 de Abril de 2010 foi colocada a mesma questão, do dia 14 de Abril, ao Director da Faculdade de Ciências e Tecnologia, posto isto foi marcada uma reunião, na qual este referiu que teria existido uma, “má interpretação da lei” e que de momento a universidade não tem nenhuma solução para vos dar”.

Entretanto foi contactado no dia 17 de Maio de 2010 o presidente da Comissão Parlamentar da Educação e Ciência, Dr. Luiz Fagundes e informado documentalmente da situação que se tem vindo a desenrolar.

Fomos informados que estaria à espera de uma resposta à exposição que fez do caso ao Ministério da Educação.

16 de Junho de 2010 foi colocada a questão ao director da faculdade se não haveria possibilidade de a Universidade do Algarve abrir um mestrado nos mesmo moldes que a universidade de Lisboa abriu para o ao lectivo 2010/2011. A resposta obtida foi “Existe um problema na UALG. Não existe nenhum mestrado em Ensino de Informática, pelo que nunca poderá abrir. Qualquer pós-graduação, terá que vir a ser criada.”

A situação á data continua sombria, enevoada e sem solução á vista.

Perante o desespero dos alunos e das suas famílias que confrontadas com a hipótese de o investimento humano e financeiro, que esforçadamente fizeram, ter sido em vão e num curso fantasma, os responsáveis que chefiam as instituições em questão reagem com indiferença e desresponsabilização, deixando os alunos ainda mais perdidos e revoltados.

 

Imprensa: Correio da Manhã; Barlavento; Jornal do Algarve;  Observatório do Algarve;  Região SulO Canudo; Carta aberta à Imprensa;

Alunos da Universidade do Algarve queixam-se de ser cobaias de sistema que disparou taxa de reprovação

Os alunos da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade do Algarve queixam-se de estar a ser cobaias de um sistema que fez disparar a taxa de reprovação e exigem que sejam repostas as aulas em semestres.

A Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT), que este ano lectivo passou a englobar três faculdades, funciona com base num sistema de módulos, ao contrário de outras, da mesma universidade, que mantêm a organização em semestres.

Os alunos queixam-se de estar a ser “cobaias” de um sistema que afirmam impossibilitar que se faça uma avaliação contínua e estar a prejudicar a aprendizagem por ser demasiado intenso (os módulos têm a duração de oito semanas).

A universidade reconhece, por seu turno, que o sistema, implementado no ano lectivo de 2006/2007, não tem funcionado como seria desejável
e já anunciou a reposição da organização das disciplinas em semestres para 2011/2012.

Numa Reunião Geral de Alunos realizada na terça-feira para debater o tema ouviram-se também queixas sobre a calendarização dos exames, que resulta em provas sobrepostas, e à tardia afixação dos horários escolares, por vezes com erros.

“Por módulos não conseguimos consolidar a matéria, damos em dois meses o que é normal dar em seis”, desabafou à Lusa uma aluna da FCT, que defendeu a realização de uma frequência intercalar, em vez de apenas dois exames.

Outro aluno lamentou também o facto de haver menos horas práticas de acordo com o regime por módulos e de os professores lançarem as datas dos exames muito em cima da hora, provocando sobreposição de datas.

Os alunos têm no final de cada módulo a época normal de exames e têm depois a possibilidade de fazer um exame na época de recurso, mas a maioria não tem frequências nem direito a época especial de exames.

Em declarações à Lusa, o diretor da FCT, Rui Cabral e Silva, admitiu que o sistema de funcionamento por módulos não está a ter o resultado que seria esperado, pelo que a universidade vai repor os semestres em 2011/2012.

“Este modelo não vingou sobretudo pela mobilidade dos estudantes, confundindo a entrada e saída de alunos de outras instituições”, disse, sublinhando haver disciplinas em que a intensificação do ensino “funcionou bem e outras em que não”.

O sistema de módulos foi implementado no ano lectivo 2006/2007 com blocos de cinco semanas, tendo este ano lectivo a duração dos módulos sido alargada para oito semanas, por se ter verificado que o tempo era muito curto.

Contudo, apesar de a organização das disciplinas ser diferente, Rui Cabral e Silva rejeita que os alunos da FCT estejam a ser cobaias e diz que o sistema de avaliação é igual em todas as faculdades da universidade.

“A avaliação é feita como no resto da universidade e não há nada nos regulamentos que proíba a realização de frequências”, diz o director da FCT.

Rui Cabral e Silva rejeita ainda as queixas dos alunos de que não existe avaliação contínua e atribui aos professores a responsabilidade de realizar ou não frequências ou mini testes.

 

Consultar:

Jornal Região Sul; Despacho RT40_2009 Organização das Unidades Curriculares; Despacho RT27.10 Organização Semestral das Unidades Curriculares da FCT

 

Mais emocionante do que os horários da FCT, só a final dos Ídolos!

Mais emocionante do que o sorteio do euro milhões à sexta-feira!

Mais inquietante do que as eleições legislativas!

Mais emotivo do que a final do campeonato do mundo!

Mais dramático e excitante do que a final da quinta das celebridades ou até mesmo do que a finalíssima do ídolos é sem dúvida alguma a…Saída dos horários da FCT.

Mais uma vez só a poucas horas do inicio das aulas, 22:56, os horários do 3º módulo da FCT foram divulgados, é obra! Os horários padeciam de uma apresentação muito pobre e algo confusa, em perfeita sintonia com todo o processo. Esta não é uma situação inédita pois a divulgação dos horários do 1º módulo e a marcação dos exames deste ano foram também muito atribuladas e repletas de atrasos.

A pergunta que todos os meus colegas farão é a seguinte: Então, antigamente os horários saiam a tempo e horas e agora com as faculdades todas juntas os “responsáveis” não se conseguem entender? Caros colegas  é deveras uma situação paradoxal, até parece que o staff da FCT não viu os cartoons do Dartacão, “Um por todos, todos por um”, não era assim a frase?

Mas pronto! Como pagamos tão pouco de propinas e somos tão desleixados não nos vamos importar com estas situações. Amanhã tudo voltará a ser como antes e na terça quando os horários estiverem no site, todos bonitinhos, ninguém se vai lembrar que esteve colado ao pc (até á última gota) para planificar a sua semana de trabalho. Cá eu vou continuar com o meu modos vivendi que assim custa-me menos engolir essas e outras…

Mas tomara que esses fossem os piores problemas do mundo. Assistindo a tudo pela televisão, não posso deixar de dar um abraço e direccionar as minhas orações para todos os madeirenses, especialmente os que são alunos da UAlg, que neste momento vivem numa ansiedade tremenda por estarem longe dos seus familiares.

Hernâni Medeiros, 30919

O meu nome é Hernâni Medeiros e sou aluno de Engenharia do Ambiente na UALg.

O meu nome é Hernâni Medeiros e sou aluno de Engenharia do Ambiente na Ualg. Com este pequeno texto de opinião, gostava de fazer uma retrospectiva do que tem sido o funcionamento do meu curso ao longo das já 3 matrículas (e um bocadinho da 4º) que conclui em E.A.  

Decorria o ano lectivo de 2006/2007 quando entrei para a Ualg nomeadamente para o antigo curso de E.S.I. Após um ano de adaptação, constatei que possuía pouca apetência para a programação e comecei a sentir que aquela não era a careira que eu queria seguir. Decidi então mudar de curso e aconselhado por um de um familiar, dei uma vista de olhos no plano de estudos e nas saídas profissionais do curso de Engenharia do Ambiente e foi amor á primeira vista! 

Durante o tempo em que absorvi conhecimentos em E.A destaco principalmente três pontos muito positivos: 

O esforço empreendido pela direcção de curso, na passagem do formato Licenciatura para o modelo de Mestrado Integrado, embora permaneça por resolver alguns problemas gerados nesta transição; a manutenção do curso na Ordem dos Engenheiros através da capacidade de resposta que a direcção demonstrou ao cumprir as rígidas exigências da Ordem; a qualidade de alguns docentes que se destacaram pelo seu profissionalismo e dedicação (por exemplo Prof.(a) Doutor(a) Luísa Barreira, Alexandra Cravo, Margarida Ribau Teixeira e Pedro Rodrigues) e pela motivação que conseguiram despertar nos alunos (por exemplo Prof. Doutor José Paulo Monteiro). 

Contudo, também existiram pontos negativos no funcionamento do curso. Um dos aspectos que têm atormentado os alunos bloco após bloco, tem sido o deficiente planeamento dos horários, verificando-se constantemente conflitos, o que em nada contribui para o aproveitamento dos alunos, pois impossibilita-os de assistir às aulas. Esse aspecto é incompreensível porque o curso registou poucas novas entradas nos últimos 5 anos fazendo com que haja menos alunos/disciplinas para gerir.  

Observando outros aspectos pedagógicos, pode-se apontar igualmente como situação negativa o modo como algumas disciplinas, que funcionam em sistema tutorial (horário reduzido devido aos poucos alunos inscritos) são leccionadas. Estas disciplinas carecem de mecanismos para que os alunos consigam trabalhar em casa de modo produtivo, os alunos muitas vezes não são munidos de textos de apoio de qualidade sendo obrigados a recorrer unicamente à bibliografia, que sendo uma excelente ferramenta, nem sempre é o suficiente para o aluno adquirir o conhecimento necessário para estar apto a entrar na dinâmica da aula tutorial seguinte. Também a repetição de conteúdos entre disciplinas constitui também um problema a nível pedagógico (embora aconteça cada vez em menor escala).  

Na actual conjuntura de Bolonha, em que as cadeiras tem uma duração muito reduzida deve-se utilizar o tempo disponível para o esclarecimento de duvidas e resolução de exercícios e não para repetir conteúdos programáticos.  

Fugindo aos aspectos pedagógicos, há que referir as falhas que têm havido no atendimento prestado pela direcção do curso, no horário acordado para tal. Muitas vezes eu e colegas meus encontramos os gabinetes utilizados para o efeito, completamente vazios e desprovidos de qualquer notificação justificativa. Posteriormente procedemos ao estabelecimento de comunicação via e-mail que infelizmente não tem funcionado na perfeição, talvez devido ao carácter mais complexo que alguns assuntos possuem. 

As cadeiras de opção do 1º ciclo são outras das arestas que necessitam ser limadas. No meu 3º ano o aluno quando ia proceder à inscrição nas ditas cadeiras de “opção” deparava-se com uma lista enorme de cadeiras, no entanto a sua escolha final estava limitada a um reduzido número de cadeiras. O mais caricato foi o facto de no presente ano lectivo uma das cadeiras de opção não apresentar qualquer alternativa possível, um acontecimento sureal sem dúvida. 

Por último, embora haja com certeza um bom motivo, não consigo compreender a razão pelo qual existem professores convidados de outras universidades, quando existem professores da casa com competência e qualificações suficientes para o efeito. Prova disto é o facto dos regentes das cadeiras visadas serem professores da casa. 

Nas cadeiras leccionadas por professores convidados de outras universidades geram-se problemas graves de comunicação pois o professor muitas vezes só está cá no Algarve um dia ou dois. Numa altura de “vacas magras”, acho que era do interesse de todos e da Ualg que o aproveitamento dos recursos humanos fosse optimizado, já que a contratação de um professor do exterior acarreta custos adicionais. 

Embora eu tenha sido mais acutilante nas críticas feitas nesta ultima fase da minha análise, reconheço que a direcção do meu curso tem trabalhado relativamente bem e tem alcançado metas muito importantes para assegurar a sobrevivência, valorização e prestígio do Mestrado Integrado em Engenharia do Ambiente. Contudo só peço aos responsáveis um esforço extra na resolução de estes e outros problemas. A todos os docentes desejo um bom trabalho. 

Como perspectiva futura, penso que a área do Ambiente está em expansão, principalmente a área das energias renováveis. O curso irá ter que acompanhar essa nova realidade crescendo em qualidade e em número de alunos. Este último esforço é crucial para o curso não estagnar, devendo ser planificadas estratégias que permitam uma maior divulgação do curso.  

Também é necessário dotar a área de energias renováveis de equipamentos e de docentes com especialidade em outras áreas (pode passar pela formação dos docentes da casa). Na área de energias renováveis são desenvolvidos principalmente projectos virados para os edifícios (climatização de edifícios, conforto térmico, etc.) devido aos meios técnicos e humanos disponíveis. Contudo outras áreas possuem diversas potencialidades que por sua vez estão associadas a diferentes mercados de trabalho e até mesmo pode gerar oportunidades de negócio para projectos na UALg.
Quero só terminar deixando um grande obrigado e um abraço sentido a todos os meus amigos e colegas de curso que tanto me apoiaram nesta minha jornada académica que sem eles não era tão confortável e feliz. 

Faro 8 de Outubro de 2009 

Hernâni Medeiros 

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