Archive for the ‘ ISE ’ Category

A vergonha do curso de Engenharia Civil:Engenheiro Cláudio Semião e Engenheiro Carlos Martins

Texto integral divulgado nas redes sociais: A vergonha de Betão Armado I (2010/2011)

“A vergonha de Betão Armado I

“Caros colegas e interessados, chega uma altura em que é preciso denunciar certos factos e lutar para que o estado de coisas melhore…É com esse propósito que se pretende denunciar, aquilo que se pode chamar A VERGONHA do curso de Engenharia Civil, do ISE da Universidade do Algarve.”

“Os protagonistas deste filme de terror: Eng. Cláudio Semião e Eng. Carlos Martins. Bem-haja engenheiros.”

“Eng. Semião…chega sistematicamente atrasado cerca de 15 a 20 minutos às aulas..( hábito recorrente em certos professores)..”

“Não existe qualquer sebenta da disciplina de Betão Armado I, não existe qualquer bibliografia, não existe qualquer Programa da cadeira, não existe caderno de enunciados de exercícios, não estão disponibilizados quaisquer exercícios resolvidos pelos docentes…”

“Os exercícios disponibilizados na secção de fotocópias do ISE, datam de 1988 e são da autoria do Instituto Superior Técnico de Lisboa, surgindo a dúvida de quem os terá resolvido e se estarão bem resolvidos.”

“…ausência dos docentes no  horário de dúvidas…alunos que esperaram e desesperam pela chegada do professor, sendo depois “despachados” à velocidade da luz, e não raro é o comentário que o professor (das práticas) gosta de “gozar “ com a cara das pessoas, e que não tira dúvidas dos alunos, soltando ao invés comentários jocosos acerca das capacidades intelectuais dos alunos”

“Outro problema que tem surgido ao longo do semestre, é o de os alunos se depararem com diferentes noções do que é correcto fazer. Depende do docente que vai corrigir a pergunta. O problema é que esta falta de coerência, pode resultar na redução da cotação das perguntas, quando o exame é corrigido. “

“Os alunos de Engenharia Civil pagam as mesmas propinas de todos os outros alunos da universidade, mas não têm direito a ter aulas em que se consegue ver o quadro, ou ouvir o professor, ou sequer ter lugar para se sentarem…assistiu-se a alunos a escreverem com o caderno no colo! Isto é deveras vergonhoso. “

“No ISE da UALG, o cliente, que é o aluno que paga por um serviço, nem tem essa possibilidade, dado que se atrever a reclamar contra um docente, certamente não acaba o curso em tempo de vida útil.”

“Não é suposto as coisas ficarem num tal estado de miséria, principalmente quando existe um reitor, um director de curso, um director do ISE… tanta gente que parece andar a dormir e não vê aquilo que está à frente dos olhos.”

“De tudo isto se conclui que, os professores, ou não se organizam para verificar se as provas são exequíveis dentro do período estipulado, ou se foi dada a matéria necessária para que possam resolver os exercidos de exame, ou PROPOSITADAMENTE PREJUDICAM os alunos, sabe-se lá porque razão sádica e mesquinha lhes passe pela cabeça. O problema com esta situação deplorável, é que prejudica os alunos moralmente, e financeiramente, já que as propinas têm de ser pagas, mesmo que se tenha apenas uma disciplina por fazer, e nos tempos que correm já se torna um sacrifício para muitas pessoas.”

“Pede-se aos professores que pensem nas consequências dos seus actos. Pede-se que seja feita uma avaliação dos professores, assim como dos métodos de ensino e dos materiais disponibilizados aos alunos, e também das condições físicas em que são dadas as aulas.”

“Pede-se aos professores que tenham brio profissional, integridade moral e que aprendam a dar aulas com os professores que realmente sabem e gostam de o fazer. Há bons professores e que são de louvar e, aos quais deve ser reconhecida a dedicação e esmero no ensino: Eng. João Estêvão, Eng. Isidoro, Engª. Ana Carreira (entre outros) e que fazem com que ainda seja possível acreditar em ética, profissionalismo, dedicação e qualidade de carácter neste Instituto.”

Artigos relacionados: Resposta do MCTES a carta anónima sobre o funcionamento do curso de Eng. Civil (19-05-2010)

ISE: Anarquia instalada no Departamento de Engenharia Alimentar

O título poderá parecer um exagero mas, na verdade, retrata uma situação caricata que se passou no dia 20 de Abril de 2010, pelas 14h00, na 1ª frequência da componente teórica da unidade curricular “Tecnologia Alimentar II”.

Numa aula teórica antes do momento de avaliação, a professora fez uma referência para os alunos se dirigirem ao secretariado do curso para confirmarem a presença na frequência.

Chegado ao dia da frequência, a Prof. Paula Pires Cabral, perguntou aos presentes quem não se tinha “inscrito” para aquela frequência. Na boa fé, cerca de 20 alunos identificaram-se e foram convidados a abandonar a sala, pois não lhes iria ser permitido realizar a prova.

Posto isto, a indignação tomou conta dos contemplados com este acto completamente ilegal. Vejamos:

1. Não constava no programa da cadeira disponibilizado na tutoria electrónica, qualquer referência à necessidade de confirmar a presença nos momentos de avaliação da cadeira. (artigo 4º – Regulamento geral de avaliação);

2. Nenhuma informação foi disponibilizada nos placares para o efeito, existindo uma interpretação abusiva da alínea a), nº 1 do artº 67 do Código do Procedimento Administrativo);

3. O facto de ter feito referência, numa aula teórica, que não têm obrigatoriedade de comparência, não garante que a informação chegue a todos os matriculados. É por isso que existe uma rede de correio electrónico para toda a universidade. Os alunos não receberam qualquer email…

4. Para complementar o ponto anterior, é preciso referir que alguns alunos impedidos são estudantes-trabalhadores., que dão preferência às aulas práticas, essas sim, com a obrigatoriedade de comparência a “x” aulas.

O mau estar está presente e promete prolongar-se até que os órgãos competentes se pronunciem acerca da posição do Instituto perante um acto autoritário, que não respeitou os regulamentos existentes, nem os direitos dos estudantes.

O que têm a dizer os responsáveis dos vários órgãos institucionais do ISE sobre esta matéria? Oficialmente nada, porque oficialmente não foi feita nenhuma reclamação por escrito. Mas informalmente existiram várias exposições.

Vejamos o fedback dos órgãos segundo alguns intervenientes:

  • O presidente do Conselho Cientifico lamentou o sucedido e garantiu tudo fazer para que a situação não se repetisse;
  • O assunto foi abordado no Conselho Pedagógico, como ponto extraordinário e, pela voz do seu Presidente, foi comunicado aos estudantes que a professora estava irredutível em realizar aquele momento de avaliação para os aproximadamente 20 estudantes que foram ilegalmente impedidos por si. Contudo, desaconselhou qualquer reclamação escrita, garantindo igualmente que a situação não se voltaria a passar.
  • O NPISE tentou mediar a situação, propondo à docente a realização de uma 2ª frequência, tendo em conta que o acto não estava salvaguardado juridicamente, que esses alunos seriam automaticamente excluídos da avaliação contínua, alguns trabalhadores-estudantes, enfim… a Prof. Paula Pires Cabral enalteceu a atitude do núcleo em defender os interesses dos estudantes mas não mostrou abertura para normalizar a situação.
  • A directora do curso de Engenharia Alimentar, bem como os restantes docentes da Área Departamental presentes na referida reunião do CP, desvalorizaram a questão…

Compreendo que o facto de este acto ter surgido na fase de transição na Direcção do ISE, por força do resultado eleitoral, tenha pesado na sua resolução. Não podemos simplesmente esquecer o que se passou só porque a docente está a fazer birra. Tem de existir imparcialidade no tratamento das questões; não é por acaso que se diz que “a justiça é cega”, logo não olha a quem.

Espero muito sinceramente que reconheçam o lapso na interpretação dos regulamentos pela docente  e que reponham a situação.

Os alunos ficaram gravemente prejudicados!

A Escola Superior de Gestão, Hotelaria e Turismo recentemente viveu uma situação parecida, mas os seus dirigentes resolveram de forma sublime que é preciso salientar.

O acto no ISE revelou-se uma anarquia individual – Será contagioso? Nos próximos dias saberemos…

Resposta do MCTES a carta anónima sobre o funcionamento do curso de Eng. Civil

Consultar: Carta anónima

Eleição do novo Director do ISE da UAlg

Caros colegas do Instituto Superior de Engenheira da Universidade do Algarve,

No dia 14 de Abril terá lugar a Eleição do novo Director do ISE para o triénio 2010-2013, que decorrerá entre as 9:30h e as 20:00h, conforme previsto no Regulamento respectivo.

Dada a importância deste acontecimento e aceitando algumas sugestões dos diferentes corpos de eleitores, existirão 2 mesas de votos de modo a facilitar o acto eleitoral:

  • - Sala 180 do Edifício Central do ISE;
  • - Sala 1.50 do Edifício do Departamento de Engenharia Civil.

Determina-se que todos os eleitores do Departamento de Engenharia Civil (Docentes, Não Docentes e Alunos) exerçam o seu direito de voto na sala 1.50 do Edifício do Departamento de Engenharia Civil.

Os restantes eleitores exercerão o seu direito de voto na sala 180 do Edifício Central do ISE.

Solicita-se que cada eleitor apresente uma forma de identificação no acto eleitoral.

Poderá encontrar mais informação nas páginas disponibilizadas pelos candidatos:

Lista A -  Isménio Martins

Programa  eleitoral: http://construirfuturo.com.sapo.pt/

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….

Lista B -  Ilídio Mestre

Programa eleitoral: http://www.ilidiomestre2010.com

 Com os melhores cumprimentos

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