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A importânica da Comissão de finalistas de Gestão de Empresas 2009/2010

Caro Presidente da Assembleia Geral da comissão de finalistas 2009/2010

É com muita honra que recebo a sua convocatória mas lamentavelmente não poderei marcar presença no acontecimento.

Desde já informo vossa excelência que a comissão que integra mais do que angariar fundos para a viagem de finalistas, têm a árdua missão, a honra e o privilégio de dar continuidade ao excelente trabalho dos vossos académicos que ao longo das suas três matriculas na Faculdade de Economia, fomentaram a união, solidariedade,  lealdade, amizade, justiça, audácia, respeito pela pluralidade das opiniões individuais e acima de tudo a união do curso. Não conseguirei por meio de palavras quantificar o enorme orgulho que os vossos académicos representaram enquanto BESTAS,  mas fundamentalmente pelo desenvolvimento pessoal que alcançaram. Engrandeceram o espírito desta grande família que é Gestão de Empresas! A passagem de testemunho está quase feita…

A grandiosidade do nosso curso não depende exclusivamente por estes valores, em alguns momentos,  terão que lutar para os porem em prática. O vosso sucesso dependerá da vossa união.

Não existem famílias perfeitas porque a perfeição é um processo contínuo e inacabado em que todos nós temos o dever de contribuir para que a distância entre o que existe e o desejável seja cada vez menor. Não é o “sistema” nem os interesses instalados que estão mal é a nossa atitude perante esses factores.

É da vossa responsabilidade fomentar o verdadeiro espírito e os princípios que fazem do curso Gestão de Empresas, o maior curso da Universidade do Algarve em todos os aspectos. Com muita nostalgia minha, cabe-me desejar-vos as maiores felicidades e o maior sucesso.

Termino esta minha missiva, expressando o meu orgulho e o privilégio que senti e continuo a sentir por privar com todos vós. Quanto a mim, estarei sempre disponível se assim o precisarem.

 

Joaquim Costa

O natal que todos deveriamos ter….

Espero que este natal seja sinonimo de muita alegria e um óptimo pressagio de um grande ano de 2010.

Nesta quadra é da praxe desejar muitas prendas, principalmente as materiais, no entanto, o que desejo a todos é que o ano de 2010 seja um ano de muito crescimento interior, de uma maior consciêncialização de qual deve ser a nossa postura enquanto cidadãos de um Portugal cada vez mais carente de uma conciência colectiva, do que precisamos (sempre subjectivo é claro) no imediato, mas fundamentalmente das necessidades das gerações que ai vêm. Essas sim, é que sofrerão as consequências das nossas acções e atitudes perante uma realidade que a maioria desconhece, mas que, por motivos que em nada contribuem para um desenvolvimento sustentável, passam um cheque em branco com base “no ouvi dizer”, ou por sugestão de outrem, sem que para isso tenham uma verdadeira consciência crítica do alcance das suas acções.

Na verdade, na conjuntura actual, é muito difícil para uma população que se debate com níveis de desemprego altíssimos e com todas as dificuldades inerentes a esta realidade, sair de uma melancolia generalizada, sendo esta um paraíso para os mais informados de acordo com os seus interesses.
Como aluno universitário, tenho o dever de contribuir para um futuro melhor em tudo o que faço, com a minha atititude crítica, que é exactamente o que se espera dos estudantes do ensino superior que são o futuro deste portugal.

Como dizia um administrador de uma agência bancaria onde trabalhei, ” num pais em que a informação é extremamente racionalizada, temos 5% da população a explorar os outros 95%. E porquê? Pela arrogância da nossa ignorância consentida”. Pelo grande desfasamento entre a redoma de vidro que vivemos na universidade e dura e cruel realidade fora desta.

Muitos de nós limitam-se a sobreviver em vez de viver e deixar a sua marca, o seu contributo num futuro mais próspero onde todos viveríamos muito melhor. Mas o nosso egoismo generalizado não deixa…
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Desabafos de uma campanha

Participar numa campanha para a Associação Académica tem sido de facto uma experiência única.

É no seio das dificuldades e momentos de aflição que vem ao de cima toda a nossa capacidade, força de valores e princípios. A muito custo escrevo estas palavras pois não aprovamos este tipo de actuação, no entanto sentimo-nos forçados a emitir o nosso desagrado e repor a verdade e seriedade no processo eleitoral.

Desde o inicio da campanha eleitoral a imagem da nossa lista tem sido  vandalizada. Desde faixas retiradas, cartazes arrancados, mail’s difamatórios ou boatos da mais variada espécie. Fizemos chegar junto da Comissão eleitoral o nosso desagrado por estes factos. Não acusamos nem desconfiamos de ninguém, simplesmente gostaríamos de transmitir as nossas ideias.

No debate de Gambelas varias listas distribuíram e assinaram um documento em que denunciavam este tipo de comportamento à nossa lista. Não só a comissão eleitoral permitiu a sua distribuição como nos impediu de fazer um desmentido perante os colegas presentes.

Cabe na cabeça de alguém por muito insensato que seja, que nós, Lista B, retiramos os cartazes das outras listas e deixamos lá os nossos? Será que parecemos assim tão estúpidos? Nesse mesmo dia já haviamos apresentado uma queixa à comissão eleitoral via sms por volta das 8h pelos mesmos motivos. O certo é que passaram essa mensagem induzindo todos aqueles que leram o tal documento em erro deliberadamente.

É por este tipo de intrigas e manobras de contra-campanha que os estudantes se afastam das eleições e da associação. Temos a todo o custo trazer os estudantes à participação, só com uma academia unida, consciente e trabalhadora podemos resolver os nossos problemas.

O nosso grande desafio é garantir o aumento da qualidade da nossa Universidade, dar prioridade aos assuntos pedagógicos, assegurar a urgência no apoio social, virar os grandes eventos para os estudantes e elevar as nossas tradições. Tudo para melhorar as nossas competências como cidadãos, profissionais e agentes de mudança na sociedade elevando a Universidade do Algarve para outros patamares.
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Ideais e formas de estar…

Tenho-me interrogado muitas vezes se valerá a pena ter ideais e lutar por eles, assumir atitudes e comportamentos, manter a independência de pensar e agir.

Nos últimos tempos, que já me parecem longos. Tem-me parecido que não é uma boa forma de vida, tantas são as mentiras que procuram esconder a verdade, as histórias que deturpam a justiça, e os actos de violência psicológica que procuram coagir a livre disposição de cada um.

Na verdade, ter ideais é uma boa forma de vida que nos dá alguma tranquilidade para o sono da noite, mas que acordado, nos causa uma intranquilidade e um mal-estar que são meio caminho andado para a depressão.

Curiosamente, na política, ou mesmo na vida de cada um, não são os adversários que nos causam esse sentimento, mas sim os correligionários, De acordo com o velho dito popular: “com amigos destes não precisamos de inimigos”.

Tenho procurado uma explicação para esta posição, e não consigo ver a lógica dela, pois as consequências estão á vista. As instituições, os partidos políticos e a própria família, não conseguem sobreviver quando se desagregam, deixando que os ideais que devem presidir se ultrapassem sendo substituídos por questões pessoais e mesquinhas.

Todos conhecemos exemplos de instituições e famílias que quando são atacadas – e às vezes com razão – se fecham e se unem, acabando por ter sucesso na luta em defesa de um objectivo qualquer, que por vezes, nem é respeitável…

A única explicação que encontro situa-se na orbita da incapacidade de assumir o que quer que seja, que não seja o ruído e a irresponsabilidade. Já que não podem ser, há que dizer mal dos que fazem por ser…
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