Dualidade de critérios do Administrador dos SASUAlg, Sr. Amadeu Cardoso.

A/C – Caro administrador dos SAS, Sr. Amadeu Cardoso

Os motivos que me levam a “corresponder” com os Serviços de Acção Social da Universidade do Algarve são de natureza profissional. Pelo menos tento que assim o seja entre as partes.

Enquanto Membro da comissão de moradores do Lote O (Residência Universitária), tenho a obrigação de lhe reportar as seguintes EXTERNALIDADES, que estou ‘obviamente’ convencido serem ‘alheias à sua gestão’.

Muito recentemente, o Sr.º Administrador cumpriu a promessa que realizou na reunião Geral de residentes correspondente ao ano lectivo de 2007/2008. A porta do edifício foi finalmente substituída.

Num passado muito recente, por altura do inicio da semana académica, desapareceu um extintor do edifício.

Como é intuitivo, é muito pouco provável que o responsável tenha sido um inquilino, no entanto, os SAS responsabilizaram alguns moradores pelo seu desaparecimento. Como tal, apenas alguns moradores foram contemplados a desembolsar uma pequena quantia a ser entregue, imagine-se, nos SAS.

A minha questão é directa e objectiva: Por que é que os mestrandos e professores convidados a residir no 1.º andar não foram abrangidos pela medida. Há pois, já me lembro:

“Acha que um Professor convidado ou um aluno de mestrado, pessoas com outra maturidade fariam uma coisa dessas”

Como a medida não estava regulamentada, pura e simplesmente não paguei por estarmos a ser descriminados com um argumento de todo ofensivo.

Recentemente esta necessidade foi reforçada, devido à assídua presença de pessoas estranhas ao edifício. De acordo com alguns relatos, os visitantes em questão não tinham as melhores práticas.

Como esta situação ocorreu em tempo de férias, então percebeu-se definitivamente que a verdadeira questão não era a falta de zelo dos seus inquilinos. A porta estava efectivamente no seu fim de ciclo de vida, não oferecia condições de segurança absolutamente nenhumas.

É tudo uma questão de incentivos…

Regressando às tais externalidades, tenho de o informar que ao se proceder à substituição da porta, é também necessário que se tenha em linha de conta que esta tem de estar ligada ao intercomunicador, de forma a permitir que se possa abrir a mesma a partir dos apartamentos.

A verdade é que esse pequeno grande pormenor foi negligenciado como tantos outros aspectos de fácil resolução.

Desta forma e a titulo de exemplo, um morador do 3.º andar sempre que receber uma visita, ou mesmo um colega que se esqueça da chave, terá obrigatoriamente de descer e subir 3 andares a multiplicar pelo numero de ocasiões que possam eventualmente surgir.

Como na última reunião, o Sr.º Administrador fez questão de referir:

“ainda lhe falta muito para ser um gestor”.

“os bons exemplos copiam-se “

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