Resposta do MCTES a carta anónima sobre o funcionamento do curso de Eng. Civil

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8 pensamentos sobre “Resposta do MCTES a carta anónima sobre o funcionamento do curso de Eng. Civil

  1. Então e há novidades em relação a este assunto? Parece que continuam igual. Porque não se muda os professores do curso? Estes já não estão lá a fazer nada, é hora de trocar. se houver rotatividade, então eles depois já respeitam os alunos. Eu estou a tentar e é horrível com esta pressão acabar o curso. Ou fecham o curso ou trocam os professores! O que se pode fazer?

    • Caro Pedro,

      Ninguém melhor que os alunos do curso de Engenheira Civil para proporem soluções para os problemas sobejamente identificados por vós.

      Não me interprete mal, mas o que se espera de uma estudante do ensino superior é alguma capacidade crítica, não só para apontar o que está menos bem no seu entender, pois isso, qualquer pessoa mais ou menos iluminada o faz, mas fundamentalmente, apresentar propostas que possam contribuir para ultrapassar os entraves que colocam a subsistência do curso em questão.

      Desta forma aguardamos pelos vossos contributos.

      Cumprimentos

      • Porque não se propões a rotatividade dos professores, esses senhores parecem que estão sempre chateados. Se não estão bem onde estão, então troquem para outras universidades. Malvados como são esse TRIO maravilha, ainda por cima os da direcção do departamento. Uma corja de malvados. Como é possivel tratar mal os alunos e ensinarem mal e nós ainda pagamos por isso!!malvados

  2. Fui aluno deste famigerado curso há uns bons anos atrás. Quando lá cheguei deparei-me realmente com este tipo de professores, e com situacões que não imaginava que podessem existir. Docentes do mais reles que se possa imaginar, sem respeito nenhum pelos alunos, estavam simplesmente marimbando para as aulas.

    Na altura fiz uma exposição à presidente do conselho pedagógico e ao antigo reitor Adriano Pimpão. Numa reunião com o antigo reitor até o convidei a sairmos da sala para confirmar ” in loco” alguns dos problemas gravíssimos que eu lhe estava a relatar. Apenas aí é que eu me comecei a aperceber que não havia vontade da parte do senhor em resolver o assunto. Ainda fiz mais umas tentativas mas também em vão.
    Só voltei a intervir num forum da TSF após a intervenção cobarde de Adriano Pimpão que estava a atirar areia para os olhos dos ouvintes.

    Perante situações destas os alunos são muito prejudicados chumbam consecutivamente sem culpa alguma, enquanto os estes docentes lá continuam até à reforma.

    • Realmente é pena que ainda permanecam nos lugares de docentes a dar aulas, se a isso se pode chamar aulas, chegando atrasados, sem darem aulas de duvidas e nem sequer colocarem as coisas na Tutoria para que possamos ir estudando sem o apoio explicativo do docente. Lá está, paguemos propinas para esta corja se manter até a reforma e nós andamos aqui sem que nos expliquem a matéria!!! Ora bolas, confesso, tenho vergonha do meu algarve!

  3. Caros colegas do curso de Engenharia Civil, sendo também estudante deste curso, acrescento que este tipo de atitudes não é o mais apropriado. Como cidadãos, temos o dever de contestar mas também de assumir as responsabilidades e dar soluções. Estudamos para resolver situações, utilizando métodos de negociação/conversação e não em haste pública. Este último método, só em último caso.
    Coragem para solucionar e sugerir também é uma falha da associação de estudantes. As falhas de alguns Engenheiros do nosso curso, é fruto do nosso consentimento ao longo dos anos. Temos uma associação académica que deveria resolver estas questões!
    Existem áreas, disciplinas no curso com grande organização e enorme eficiência, pena que estes docentes não sejam alvo de críticas construtivas.
    Existem placards onde pode e devem estar afixados o rendimento dos Exmos. doutores, Professores e engenheiros.
    Gostaria de dizer a peito aberto e com grande vaidade:
    “a minha escola é o meu orgulho”

    • Realmente esta é uma situação que se encaixa perfeitamente no que o Fernando diz ” Este último método, só em último caso.”..

      – Será que durante todos estes anos os órgãos da escola não se aperceberam desta situação que em nada prestigia a escola?

      – Será que os inquéritos de avaliação às cadeiras não revelou esta situação?

      – Será que a taxa de reprovação desta disciplina nos últimos anos, entenda-se, “Betão Armado 1” não é um indicador suficientemente forte para nos apercebermos que algo vai mal?

      Poderia estar aqui a realçar outros tantos itens mas é bater no ceguinho.

      Também eu enquanto aluno desta escola acho que os problemas devem em primeira instância serem discutidos dentro da escola. O facto desta resposta vinda do MCTES a uma denuncia anónima de um aluno (a) e tendo o Reitor conhecimento desta situação bem como os dirigentes associativos da escola, sejam eles representativos dos estudantes ou dos docentes, não era motivo mais que suficientes para intervir?

      Quanto à associação, não vale a pena dizer nada porque todos sabemos que o objectivo fundamental é o euro. A nível pessoal dos que lá passam é o iniciar uma carreira política que os inibe de tomar posições contrárias ao poder vigente.

      Tal como tu Fernando, e por amor à Escola e para que ela passe a ocupar outros patamares de qualidade, é necessário medidas mais arrojadas, caso contrário não seria necessário recorrer ao site UAlg Profunda cujo dinamizador foi o melhor dos melhores representantes que esta universidade alguma vez teve e que no entanto, nunca foi presidente da associação.

    • Caro Fernando;

      Antes de mais muito obrigado pelo comentário (500)!

      Compreendo a tua questão, no entanto, tens de ter presente que para aqueles que já estão familiarizados com esta situação e os que estão e já sentiram na pele este filme de terror, permiti-me adjectivar assim, já apresentaram em sede própria possíveis soluções para além das queixas.

      Como vês, este post foi publicado a 19-05-2010, o artigo que deu origem a este teu comentário foi publicado a 22-02-2011 “A vergonha do curso de Engenharia Civil:Engenheiro Cláudio Semião e Engenheiro Carlos Martins” e a foto que consta neste último tem aproximadamente 6 anos?

      E o que se fez no entretanto? Nada…

      Francamente tenho muito respeito pelo ISE e por todos os alunos do instituto e tal como tu, teria o maior orgulho se o frequentasse.

      A bem do bom nome da escola, é preciso eliminar a “madeira morta”.

      Abraço e uma vez mais obrigado pelo comentário e que o ISE seja cada vez mais uma referência pela positiva tomando as decisões que têm sido adiadas à anos prejudicando fortemente os seus alunos.

      Link do artigo relacionado:https://ualgprofunda.wordpress.com/2011/02/22/a-vergonha-do-curso-de-engenharia-civileng-claudio-semiao-e-eng-carlos-martins/

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